
Nani. O português foi hoje decisivo e logo quando Ferguson lhe pediu a responsabilidade na ausência de Rooney. Fez o golo do 2-1, num chapéu superiormente executado e sofreu o penalti para o terceiro. Aliás, toda a jogada do seu golo foi uma demonstração de como Nani é hoje um jogador maduro na interpretação do jogo. Abriu espaço com passe para a ala, movimentou-se para diante, arrastou um defesa consigo, abriu espaço para a desmarcação, ganhou em velocidade ao defesa que o cobria, tocou com o pé esquerdo para ficar só frente ao guarda-redes e rematou em arco com o pé direito, por cima do guarda-redes. Um dos mais geniais golos da carreira do português!
Macheda. Hoje em dia o futebol é cada vez mais um jogo de 14 contra 14, tal a importância que as substituições têm nos dias que correm. Macheda esteve no golo de Nani e acrescentou peso e altura a um meio-campo que perdeu o seu equilíbrio com as já aqui referidas substituições operadas por Redknapp. Carrick também foi fundamental nesse balanço, assim como o recuo de Giggs para o meio-campo. Ferguson soube, uma vez mais, interpretar da melhor forma o jogo levando a melhor sobre o Redknapp, que valha a verdade, também soube pôr em sentido o United e que, se tivesse tido a sorte de um ou outro lance melhor construído e finalizado, poderia ter saído com pontos de Old Trafford.
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